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Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos

Testes de contrato em microsserviços
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos

Testes de contrato em microsserviços

Testes de contrato são uma abordagem de verificação de compatibilidade entre serviços que estabelecem um "acordo formal" sobre como dois serviços devem interagir. Diferentemente de testes de integração tradicionais, que exigem que ambos os serviços estejam em execução simultaneamente, os testes de contrato validam as expectativas de comunicação sem a necessidade de infraestrutura completa.

05/05/2026
Twelve-Factor App em 2025: o manifesto ainda é válido
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 05/05/2026

Twelve-Factor App em 2025: o manifesto ainda é válido

Em 2011, engenheiros da Heroku publicaram um manifesto que se tornaria referência para o desenvolvimento de aplicações SaaS. O Twelve-Factor App nasceu da necessidade de resolver problemas concretos: deploys frágeis, configurações espalhadas entre ambientes e dificuldade de escalar aplicações monolíticas. Naquela época, a cloud computing ainda engatinhava, containers eram uma novidade e o ecossistema de microsserviços nem existia como conhecemos hoje.

ULID vs UUID v7: identificadores ordenados por tempo para bancos de dados
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 05/05/2026

ULID vs UUID v7: identificadores ordenados por tempo para bancos de dados

Identificadores únicos universais (UUIDs) são onipresentes em sistemas modernos, mas a escolha do formato impacta diretamente a performance de bancos de dados. O UUID v4, amplamente utilizado, gera valores aleatórios que causam fragmentação severa em índices B-Tree — a estrutura de dados padrão da maioria dos bancos relacionais. Quando milhares de registros são inseridos por segundo, cada novo UUID v4 é inserido em uma posição aleatória da árvore, forçando rebalanceamentos frequentes e degradand

Queue workers em produção: filas, retries e dead letter queues
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 05/05/2026

Queue workers em produção: filas, retries e dead letter queues

Em sistemas de produção modernos, workers de fila são componentes essenciais para processamento assíncrono de tarefas. Eles permitem que operações demoradas — como envio de emails, processamento de imagens ou integrações com APIs externas — sejam executadas em segundo plano, liberando a interface do usuário e melhorando a capacidade de resposta do sistema.

Sagas e compensações: gerenciando transações distribuídas sem two-phase commit
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 05/05/2026

Sagas e compensações: gerenciando transações distribuídas sem two-phase commit

Transações distribuídas envolvem operações que afetam múltiplos bancos de dados, serviços ou sistemas de forma atômica. O protocolo two-phase commit (2PC) foi a abordagem clássica para garantir essa atomicidade: um coordenador pergunta a todos os participantes se podem confirmar (fase prepare) e, se todos responderem "sim", envia o comando de commit (fase commit). Na prática, porém, o 2PC é frágil porque depende de um coordenador central que se torna um ponto único de falha e de bloqueio.

Service mesh (Istio/Linkerd): vale a complexidade adicional
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 05/05/2026

Service mesh (Istio/Linkerd): vale a complexidade adicional

Arquiteturas de microsserviços transformam chamadas de função em requisições de rede. Isso introduz desafios que não existem em sistemas monolíticos: descoberta de serviços, retry em falhas temporárias, circuit breakers para evitar cascatas e observabilidade distribuída. Sem uma camada dedicada, cada equipe implementa essas funcionalidades manualmente, gerando duplicação e inconsistência.

Statelyai e XState: modelagem de estados complexos com máquinas de estado
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 05/05/2026

Statelyai e XState: modelagem de estados complexos com máquinas de estado

Máquinas de estado finito (FSM) são modelos computacionais compostos por um conjunto finito de estados, transições entre eles, eventos que disparam essas transições e ações executadas durante o processo. Um sistema pode estar em apenas um estado por vez, e cada transição é determinística: dado um estado atual e um evento, a máquina sempre irá para o mesmo próximo estado.

Orquestração de microsserviços com Kubernetes e service mesh
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 05/05/2026

Orquestração de microsserviços com Kubernetes e service mesh

A orquestração de microsserviços com Kubernetes resolve o problema fundamental de gerenciar dezenas ou centenas de contêineres em produção. Quando um sistema monolítico é decomposto em microsserviços, surgem desafios imediatos: como cada serviço descobre os outros? Como distribuir o tráfego? Como garantir atualizações sem downtime?

Padrão strangler fig: migrando sistemas legados gradualmente
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 05/05/2026

Padrão strangler fig: migrando sistemas legados gradualmente

O padrão Strangler Fig (figueira estranguladora) recebe esse nome por analogia com uma árvore tropical que cresce sobre outra árvore hospedeira, gradualmente substituindo sua estrutura até que a original morra. Na engenharia de software, o conceito é idêntico: um novo sistema cresce ao redor do legado, interceptando chamadas e funcionalidades até que o antigo possa ser completamente removido.

Padrões de comunicação assíncrona entre bounded contexts
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 05/05/2026

Padrões de comunicação assíncrona entre bounded contexts

Em uma arquitetura baseada em Domain-Driven Design (DDD), um bounded context representa um limite explícito onde um modelo de domínio específico é aplicado. Cada contexto possui sua própria linguagem ubíqua, regras e responsabilidades, o que exige mecanismos de comunicação bem definidos para integração.